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sexta-feira, 24 de maio de 2013

G4L-Capitulo 21- Gangster for life



"Duvide que as estrelas sejam fogo. Duvide que o sol se mova. Duvida que a verdade seja mentira. Mas nunca duvide do meu amor."

(Cartas Para Julieta)

Drake Mode ON

Cheguei na cidade antes do previsto e ainda tive que esperar aquele cara vir ao meu encontro.  O lugar em que estava hospedado era mais que horrível, eu estava até pensando em dar uma vassoura pro pessoal daqui. Mentira dou presente pra ninguém não. A não ser minha querida Megan.

A porta por fim foi aberta com força
-Drake certo? – o cara perguntou
-certo- respondi sem humor
-Sou Poll
-Podemos pular a parte das apresentações e partir pra parte  interessante
-MOLEQUE VOCÊ SABE COM QUEM TA FALANDO.
-De que se importa? Se fosse tão bom já teria resolvido tudo.
-Você vai ganhar uma grana por isso
-Espero que você tenha um bom plano, não vendi minha casa de varde
-eu já disse que você vai ganhar um bom dinheiro
-Não quero dinheiro –disse sério
-Ah moleque –revirou os olhos –o que vai querer?
-Ser seu braço direito
-riu- meu braço direito? Você ta louco?
-Ou isso ou eu não participo da tua parada
-Você não quer rever a Megan?
-Foda-se aquela vadia. –dei de ombros- e aquele rato que ela chama de filha –riu
-É uma linda menina
-Quando crescer ela será bem mais útil –disse rindo –mas voltando. Só estou dentro se eu ser seu braço direito
-tudo bem

Dias depois

Megan Mode On

-Aff você sempre esquece de alguma coisa –Justin reclamou
-é rapidinho amor- disse passando minhas mãos por sua nuca
-5 segundos Megan
-Mas não dá nem pra chegar na escada nesse tempo –beijei o canto de sua boca
-1 minuto -rolou os olhos- no Maximo dois.
-Ok –disse depositando um beijo em seus lábios.
Virei me e caminhei até a porta de entrada
-Ei Megan-gritou
-O que?
-Rebola mais pra esquerda que a direita ta caindo. Gostosa –gargalhou
-Vai se fuder –disse mandando dedo pra ele

Era o típico do Justin fazer essas piadinhas. Nesses últimos dias ele estava assim. Brincalhão e mais leve. Ele estava trabalhando duro para pegar Poll e o sucesso de seus planos estava deixando ele mais “feliz”.
Nossas brigas tinham diminuído e isso era extremamente bom.

Ao abrir a porta do quarto meu corpo todo tremeu ao ver aquele corpo deitado na minha cama. Pisquei algumas vezes  tentando apagar aquela imagem da minha mente, mas não. Ao abrir meus olhos a imagem volto a aparecer. E a cada segundo meu medo aumentava.

Mas não era real, não podia ser real. Ele estava morto! Estou ficando louca só pode. Drake estava morto. Morto! E morto não podia estar na minha cama.

-Olá Megan –disse risonho- Lembra de mim? Voce costumava me chamar de ‘amor’- ele disse se aproximando e eu apenas engoli em seco sem conseguir dizer nada – eu parti e te deixei para trás, mas agora eu voltei –ele se aproximava cada vez mais –você sabe! Nossa historia não podia acabar daquela forma –suas mãos tocaram meu rosto me fazendo arrepiar e dar um passo para trás.
-Você está morto – disse mais para mim do que para ele ouvir
-Não estou meu amor –ele tocou meu rosto novamente e colou nossas testas –eu voltei para você –disse colando nossos lábios
-Não –gritei com nojo
-Não faça assim Meg –tento se aproximar mais
-Sai sai sai –gritei na esperança de aquilo fosse apenas um pesadelo
-Não faça assim Megan

Ele pegou meus braços com força e me prensou na parede enquanto ia me beijando. O nojo corria pelo meu sangue, senti meus olhos se umedecerem com as lagrimas se formando e a raiva pulsar em meu peito.
Tentei me afastar mas ele era mais forte e minha luta era inútil. Esquivar-me de seus beijos ficava cada vez mais difícil, não por que ele me seduzia, mas sim pela força que ele colocava sobre mim.

-Justin –gritei
-Não grite Megan –ordenou Drake – acabamos de começar Love

Drake jogou meu corpo com força no chão e atingiu meu rosto com uma de suas mãos

-Vamos começar de leve tá amor? –falou sínico

Drake passou longos segundos dando tampas no meu rosto enquanto lagrimas escorriam com mais intensidade. Ele então começou a tirar minhas roupas.

A cada botam que ele abria, a cada toque dele eu pedia para que um tiro acerta-se bem no meio da minha testa.

Eu sentia nojo, eu tinha nojo dele e eu estava sentindo nojo de mim mesma por já ter me deitado com ele.

-Justin-gritei novamente
-Ei amorzinho, você tem certeza que quer que seu amante nos veja assim?

Eu não conseguia responder, eu queria sair dali, mas eu não conseguia.
Desviei meus olhos para qualquer lugar naquele cômodo para não ter que ver Drake se despir na minha frente. Eu sentia o nojo percorrer todo meu corpo novamente.

Ele por fim tirou minha ultima peça e começou a me penetrar. Eu chorava a cada entocada, eu chorava a cada toque, a cada beijo. Eu tinha nojo daquele homem. Ele tinha que parar.

-Você sabe... eu vi a nossa ratinha –nessa hora eu esqueci completamente como se respirava- ela é linda, mas está um pouco machucada. –Machucada minha menina estava machucada.

Minha mente gritava por socorro quando a voz dele me fez ter um pouco de esperança.

-Vixi parece que seus amante é impaciente e está vindo para cá.

A porta do quarto foi aberta e eu só pude ver os olhos raivosos de Justin e a risada debochada de Drake.

-Que diabos está acontecendo aqui?
-Olha quem chegou –ele disse com gostinho de vitoria.

Eu não sei como aconteceu mas em poucos segundos  Justin voou para cima de Drake. A fúria de Justin era visível a milhares de metros, e quando aqueles olhos focaram em mim deixando Drake quase desmaiado no chão eu suspirei.

-Que porra você está fazendo com esse cara? –Justin gritou correndo até mim.
Não de novo não. Gritei no interior de minha mente.

Drake rapidamente se arrastou até suas roupas, retirando uma arma do bolso do seu casaco. Justin me olhava furioso e com o canto dos olhos observei Drake mirar na direção dele.

Não pensei duas vezes antes de me jogar sobre o corpo de Justin e levar nossos corpos ao chão.
O barulho que a bala fez ao se chocar com qualquer coisa naquele cômodo me fez sentir uma alivio por ter nos mantido ‘salvo’

Justin rapidamente rolou no chão saindo de baixo de mim e acertando Drake com um chute no estomago.
Justin pegou a arma que estava em suas mãos e mirou para ele.

-Se vista –ordenou
Sequei minhas lagrimas e acenti pegando minhas roupas.
-Você não tem noção Megan –Drake disse – Eu sou foda, você não tem noção. –Justin o chutou novamente fazendo com que ele fizesse uma pausa –eu sobrevivi naquele acidente, eu me mantive vivo. Eu entreguei Amy ao Poll porque eu não suportava aquele choro e eu tinha uma divida com ele. Eu sai no mundo, eu desapareci e todos acharam que eu estava morto. Mesmo de longe eu sabia cada passo seu. Dos caras com quem saiu, de que estava pagando a divida que deixei, e que se encontrou com esse cara ai – eu não podia impedir que as lagrimas caíssem- você foi idiota, se arriscar por causa daquele verme?
-Cala boca- gritei
-E então chegou a minha hora de voltar –riu- e tive a oportunidade de transar com você antes de finalmente morrer. Você é uma vadia Megan, sempre foi. Por que que tipo de mulher direita vai pra cama com um cara aos 14 anos? Você é uma prostituta barata Megan.

A cada palavra dele, mais lagrimas caiam. Eu era uma vadia, isso eu não podia negar. E tudo começou a dar errado desde o momento em que nossos olhares se cruzaram pela primeira vez.
Justin me olhou e fez menção para que me aproximasse e assim fiz.

Justin entregou a arma em minhas mãos me dando a oportunidade de acabar com a vida de quem acabou com a minha. Mas eu apenas peguei a arma coloquei na cintura e segui em direção a porta.

Me virei para ele engatilhei a arma e disparei dois tiros, vendo uma poça de sangue se formar em volta do corpo dele.  Assoprei a ‘boca’ da arma e guardei na cintura novamente vendo Justin abrir um sorriso enorme.

Eu lambo a arma
Quando termino
Porque sei
Que a vingança é doce
Muito doce

-É disso que o papai gosta –disse antes de selar nossos lábios.

Me separei rapidamente de Justin ao ouvir um barulho e em seguida ver a imagem de Poll na escada de minha casa. Meus olhos e de Justin se arregalarem e então começaram a ser disparados tiros de tudo quanto é lado.

Me abaixei rapidamente assim como Justin.

-Entra no quarto e pega uma arma lá.
-que?
-anda Megan –falou impaciente – faz o que to mandando
-você não pode se salvar apenas com esse revolver de merda –fiz um esfoço para não gritar
-anda Megan

Fiz o que Justin pediu e então os tiros do lado de fora ficaram mais intensos. Peguei a melhor arma que pude ver ali e voltei correndo para perto da porta.

Com a mão na maçaneta da porta dei a ultima olhada para o corpo do desgraçado e pude ver um celular junto a suas calças.

Corri até lá e peguei o mesmo. O ultimo numero chamado estava com o nome Poll. Essa era minha chance.
Peguei uma peça de roupa colocando sobre o aparelho para disfarçar a voz e disquei o numero. Poll não demorou para atender

-Caralho onde você está Drake?  -morto pensei
-A Megan ela ta fugindo. Corre pro lado de fora, atrás da casa. Corre –disse e desliguei

Esperei um tempo antes de abrir a porta e sair agachada do quarto encontrando Justin no mesmo local.

-Caralho você demorou –Justin rosnou
-Poll está fora da casa, ele foi pra lá. É a sua chance
-Você está brincando? –o sorriso dele era enorme
-Não –selei nossos lábios rapidamente –agora vai. Eu fico com ele.

Eu não podia negar eu estava com medo , mas eu precisava me livrar desses caras. Eu treinei eu sei como fazer, vai dar tudo certo eu tenho certeza.

Justin Mode On

Sai da casa assim como Megan me falou. Foi difícil sair e deixa-la lá, mas ela consegue eu acredito nela.
Ao observar Poll completamente distraído mirei exatamente no meio da sua cabeça e comecei a me aproximar. Eu nunca tive uma oportunidade dessas.

-Olá Poll – disse rindo o fazendo virar para mim rapidamente
-Bieber? –era possível perceber um pouco de medo em seu tom de voz. Ele sem seus caras não era nada.
-Você sempre achou que iria me pegar não é? Mas você tem que entender que eu sou o melhor
-Eu consegui acabar com todos seus caras sem ser percebido –disse orgulhoso
-tenho certeza que minha mulher vai dar conta dos seus também
-Se Drake não a pegar primeiro –falou debochado
-Drake? –ri- Desculpa lhe informar mas esse já ta sentado no colo do diabo a um bom tempo.
-Como?- engoliu em seco –DESGRAÇADA-gritou
-Baixa bola ai amigão –falei acertando seu pé
-Filho da puta –gritou
-Unha encravada? –falei debochado acertando seu outro pé –Onde está a menina?
-Que menina? –perguntou
-a minha vó Poll
-sei lá deve ta sendo devorada por minhocas. Ou nem minhoca quer por ser sua parente –riu debochado
-Fala logo merda –gritei
-Se quiser a menina vai ter que procurar
-a é? – Mirei seus pés novamente acertando um tiro em cada um fazendo com que Poll desce alguns pulinhos. Aquilo era divertido pra caralho. –fala –gritei acertando um tiro na sua perna –eu to perdendo a paciência –acertei seu braço
-Km 5 primeiro galpão –gritou desesperado. Idiota
-valeu –agradeci antes de acerta uma bala em cheio no seu coração

Me virei para casa vendo Megan vir correndo em minha direção.

-eu consegui –ela gritou pulando em meus braços –eu consegui –gritou novamente me fazendo rir
-você é a melhor –falei beijando seu pescoço
-eu sou a melhor nessa porra –gritou me fazendo rir novamente –você matou ele?
-um tiro em cheio no coração do velho –disse rindo
-Você é o melhor –gritou antes de me beijar com vontade. Parti o beijo com um sorriso nos lábios.
-vem temos uma coisa pra pegar de volta

Megan me olhou confusa mas não exitou em me seguir até o carro. Antes de entrar no carro voltei  e mirei novamente em Poll antes de disparar outra bala.

-Porque fez isso? Ele já ta morto –disse confusa
-só pra ter certeza que ele não vai ressuscitar – disse fazendo ela rir

[...]
Megan Mode On

Não entendi o motivo daquilo justo no momento em que tinha milhares de corpos espalhados por todo canto daquele lugar.

-Justin por que saímos de lá com aquele povo todo lá?
-Já mandei mensagem pro Ryan
-Ah sim o que ele poderá fazer?
-colocar fogo lá
-Colocar fogo? –gritei
-não podemos mais ficar lá. –deu de ombros
-e pra onde vamos
-que tal México? –sugeriu
-Hmm acho que posso gostar. –pensei-mas porque vamos sair daqui?
-Poll morreu, logo a policia e todos vão saber. Não é mais seguro aqui.
-Hm entendo

Me permaneci calada todo trajeto ao desconhecido. Justin dirigia por ruas desertas e isso não estava me agradando.

- Que diabos viemos fazer aqui? –disse observando o lugar horroroso que Justin havia parado
-Entra – ordenou
-Ta louco? –gritei –não vou entrar ai
-entra – continuou firme –você não vai se arrepender. –Justin beijou meus lábios rapidamente me encorajando a entrar no lugar – toma –disse me entregando uma arma –se tiver alguém lá tu mete bala
-não precisa me dizer o que fazer –revirei os olhos
-daqui a pouco eu entro

Concordei e desci do carro e caminhei até o galpão e passos curtos. Algo me dizia para seguir em frente e entra mas algo me dizia que era melhor ficar aqui e não se arriscar.
Parada em frente a pequena porta relutei contra a vontade de voltar pro carro.
Empurrei a porta com força fazendo que teias de arranhas grudacem na minha mão

-credo –limpei minhas mãos na calça jeans e dei a ultima olhada pro Justin que agora estava do lado de fora do carro me observando.

Entrei nu lugar escuro e completamente destruído ainda tentando entender o porque Justin me mandou entrar ali. Corri meus olhos pelo local fixando em um corpo, pequeno, preso por uma corda. Era.. era a minha pequena.

Meus olhos se umedeceram de imediato e levei minha mão a boca. Corri até ela e a abracei

-mamãe –ela susurrou
-filha –sussurei sem conseguir controlar minhas lagrimas.

Eu não podia acreditar, eu finalmente a encontrei, eu finalmente tenho ela em meus braços novamente.

-eu te amo, eu te amo –sussurrei enquanto a enchia de beijo

Eu não sabia o que pensar. Desencontros e encontros,sorriso, lagrimas,medo, emoção,coragem,superação. Antes uma vontade agora uma realidade. Ela era a razão de eu estar seguindo em frente, ela nunca me deixou desistir. E agora eu a tinha pra hoje,amanhã e para o resto dos tempos. Por que mais nada vai tirar ela de mim, ela era a minha pequena,a minha pequena Amy.

O amor ele não tem limites, ele ultrapassa barreiras até o reencontro. E quando isso acontece você sente aquela partezinha morta dentro de você reviver.  Você se sente completa, e as lagrimas não são mais por motivos de tristeza mas sim de felicidade.

-eu tive medo mamãe
-eu estou aqui agora, Nunca, ninguém mais vai nos separar pequena. – disse beijando sua bochecha.
Peguei em meu colo aquele pequeno ser e sai do galpão me sentindo a pessoa mais feliz do mundo.

[...]

Estava sentada ao lado de Justin no jatinho particular dele, observando cada detalhe do céu, e pensando e como as mudaram.

-eu amo você –disse me virando para ele
-eu também amo você –ele disse sorrindo

Encostei minha cabeça em seu ombro e fitei nossas mãos juntas.

-Meg –ele me chamou
-Oi?
-O que aconteceu em Vegas fica em Vegas  -disse sorrindo e piscando

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
Luís de Camões


 FIM

---
Oh meu deus, obrigada a todos que se manteram até o final. Obrigada por cada comentario. Eu sei que não ficou um final fodastico, maseu tetei das o meu melhor.
Obrigada até a próxima
@magicbi3ber


quinta-feira, 2 de maio de 2013

G4l-Capitulo 19- We Belong Together


" - Tiana: Você acabou de beijar uma princesa.
- Naveen: E vou beijar novamente."

(A Princesa e o Sapo)

Ela tinha uma filha. Aquilo ficava martelando em minha cabeça. Não sabia como agir, não sabia o que falar. Isso é tão confuso?

Levantei-me da cama e caminhei para fora do quarto sem olhar para ela. Eu não conseguia olhar ela, eu não conseguia direcionar a palavra a ela. Não nesse momento.
Só posso estar sofrendo algum tipo de bloqueio. Senhor isso é loucura. Uma filha.
Baguncei meu cabelo sentando na cadeira de meu escritório. Tentava pensar em outras coisas, mas em minha cabeça a única coisa que passava era “eu tenho uma filha”.

Abri todas as gavetas de minha mesa, a procura de algo que pudesse me fazer aquilo. Suspirei aliviado quando achei aquele saquinho branco. Retirei-o da gaveta e o abri formando três fileiras.
Sim, eu iria recorrer à droga.

Sem percebe eu já tinha terminado de inalar as três fileiras e já fazia outras em cima da mesa, e outras e outras. Fui tomado por um sentimento de raiva, tristeza e confusão. Era uma confusão de sentimentos.
Levantei de minha cadeira, eu mal conseguia me manter em pé. Eu tinha vontade de destruir tudo. Era isso que eu ia fazer.

Dei um chute em minha estante fazendo ela babear, outro chute e ela estava no chão. Puxei os fios do computador com raiva e vi a tela do meu computador cair no chão destralhada.
Joguei a cadeira com força sobre o balcão de vidro, derrubando o abajur e algumas estatuetas no chão, que se quebraram tudo.

Eu queria beber, eu precisava beber.
Com dificuldade, sai do quarto e me arrastei até o litro de wisk na estante da sala. Peguei o copo e o enchi até a borda.

-NÃO JUSTIN –disse uma voz atrás de mim. Me virei dando de cara com Megan vindo correndo até mim –não faça isso –pediu
-Cala boca vadia –disse dando um tapa forte em seu rosto –SOME DA MINHA FRETE, SOME-gritei
Justin ela murmurou, ergui minha mão para dar outro tapa, mas ela entendeu o recado e saiu da sala.
Larguei o copo irritado e me joguei no sofá

[...]

Acordei e me sentia cansado. Meu corpo pesava e minha boca estava seca. Olhei o copo de Wisk em cima da mesa de centro da sala, me chamava a atenção? Porque eu não bebi?
Eu me lembrava de algumas coisas, mas da parte do Wisk eu não me recordava. Caminhei até o banheiro e joguei uma água na cara.

Meu escritório estava detonado, alguma coisa dava para recuperar. Gritei por alguém e logo um de meus capangas vieram correndo. Pedi que mandassem alguém tomar conta daquilo.
Subi as escadas parando em frente a porta de meu quarto que se encontrava entre aberta e Megan jogada em cima da cama.

Ela dormia, mas sua respiração era pesada e seu travesseiro estava um pouco molhado. Droga.
Eu estava indo bem, mas eu definitivamente eu sabia como estragar as coisas.

[...]

Depois de tomar um banho voltei para o quarto encontrando Megan ainda na cama mas dessa vez acordada. Ela fitava o teto e me olhou assim  que a porta do banheiro bateu. Rapidamente ela desviou o olhar.

-Eu quero voltar pra minha casa –ela disse quase num sussurro
-Você não pode voltar –disse me sentando de frente pra ela
-por quê? –perguntou com seu olhar durão novamente
-Por que estamos juntos nessa agora. –disse pegando sua mão. Eu estava certo que eu não sabia o que estava fazendo. Não tinha controle dos meus atos.
-Pra te ver daquele jeito todas as noites? Prefiro lutar sozinha.
-Você não tem como lutar sozinha e eu não pedi pra você descer e me ver daquele jeito –disse dando de ombros
-isso é ridículo –rolou os olhos
-Você não tem opções. –disse dando de ombros- e sobre ontem –procurei as palavras certas – eu não sabia como reagir e
-recorreu a merda da droga? Serio, devolve a minha casa, é muito mais fácil
-Onde está sua filha?
-Ela está com Poll –disse cabisbaixa
-VOCÊ É LOUCA? O QUE VOCÊ TINHA NA CABEÇA QUANDO ENTREGOU ELA PRA ELE? –gritei inconformado com tamanha burrice
-EU NÃO DEI –gritou
-então o que aconteceu? –perguntei abaixando meu tom de voz
-o que ganho se te contar?
-minha ajuda?
-tudo bem –suspirou

Megan Mode On

Eu estava muito confusa em relação a tudo. Eu temia nunca mais ver Amy pelo acontecido de ontem, e não sabia como contar a Bieber.

Na verdade eu não queria contar tudo a ele.Eu não queria que ele ficasse sabendo do meu passado. Aquela historia pertencia a mim, apenas a mim.

Busquei forças que eu nem sabia que tinha em mim, e suspirei pesado enquanto ele continuava a me olhar.

-Amy esta com Poll, o pai dela devia pra ele e então ele veio me cobrar levando Amy como garantia que eu iria pagar.
-NÃO VAI ME DIZER QUE VOCÊ ESTA PAGANDO –gritou
-VOCÊ QUER O QUE? MINHA FILHA TA COM ELE. VOCÊ TEM NOÇÃO DISSO? –gritei
-NÃO, EU REALMENTE NÃO TENHO NOÇÃO DISSO.
-Serio Justin, devolve minha casa, eu posso lidar com isso sozinha –implorei
-Você só pode estar louca. –disse se aproximando e eu já podia notar o ar faltando –não vou deixar você voltar, vamos ficar juntos. –ele acariciava meu rosto e eu perguntava se aquilo era real- Devemos ficar juntos. –disse acabando com o pouco espaço que restava entre nós.

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continua com 7
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Capitulo podre eu sei. Eu quase apaguei e fiz de novo, mas muito empenho. rs
Não tenho nada pra contar -eu acho
estou aqui morrendo de fome e tenho que escrever o capitulo 21 dessa fic e o 3 de after midnigth... ops revelei o nome da minha próxima fic. 
Beijos até mais!
@magicbi3ber @yeepdrew




domingo, 21 de abril de 2013

G4l-Capitulo 18- Talking about


"- Dentro de nós existem apenas três coisas: o bem, o mal e o nosso corpo debatendo-se entre eles."

(Três Desculpas para Matar)


Acordando de manhã relembrei o dia turbulento de ontem, mas agora pensando por um outro lado foi bom. Os fatos foram esclarecido, não era mais uma suspeita, para o povo ali.

Tuck, já não estava mais entre nós. Me assombrando. Mas eu sabia que aquilo não terminava ali. Minhas coisas com Poll ficariam ainda mais difícil. Todo dinheiro agora seria pouco.

Agora, não teria como aparar o mal eu teria que corta-lo pela raiz. Pegar o que é meu, e partir. Partir pelo menos por um tempo.

Precisava de um tempo com Amy, e um tempo pra mim. Precisava arrumar um jeito de Poll nunca mais me encontrar e arrumar um emprego descente.

Tinha vontade de incluir Justin em meus planos, mas dele eu nunca tinha certeza de nada. Eu não podia confirmar que na hora do café ele não me mandaria embora. Ou que ele estivesse pronto para agir sem mim. Até porque ele mesmo me recusou uma vez.

As coisas acontecem em uma velocidade assustadora. Uma hora você tem tudo e em outra você não tem nada. Uma hora você tem um chão, e no outro você esta caminhando sobre uma corda bamba sobre um oceano sem fim.

Meus pensamentos iam longe, e meus pés saiam do chão. Porque , talvez,apenas talvez, eu nunca deixei de ser aquela menina frágil, tentando se proteger do mundo. Tentando proteger quem ama.

Olhando para trás, olhando meus erros, vejo que sem eles eu não estaria aqui. Mas sinceramente não é bom estar aqui. Lutando para manter a vida de alguém, que você não tem mais os totais domínios.
Eu nunca tivera o controle da situação. Minha vida sempre fora um filme rápido de terror ou ação. Não podia definir.

Quando me olho no espelho, mão consigo acreditar que já vi tantas coisas. Não acredito que minhas mãos apertaram o gatinho de uma arma, para tirar a vida de uma pessoa. Repugnante, mas uma pessoa.

Só agora percebi que não estava na minha casa, que não estava na minha toca protetora –não tão protetora assim- eu estava em um quarto diferente. Mas que eu já tivera ali. Era, sim,o quarto de Justin.
Mas onde ele estava?

Não sabia? A cama bagunçada ao meu lado indicava que ele havia dormido ali. Pois, nada me lembrava da noite passada.

Medrosa, do Justin que eu poderia encontrar, me levantei. Ainda relutando de não querer encarar nada no dia de hoje.

Prendi meu cabelo em um coque alto, e caminhei até o banheiro ali presente., jogando uma água fria em meu rosto.

Voltando ao quarto, encontrei duas malas, no canto esquerdo do quarto. Curiosa, caminhei até ela abrindo-a e encontrando todas as minhas roupas.

Não fazia ideia do porque delas estarem ali, mas peguei uma camisa vestindo apenas ela  -ja que eu dormira apenas de roupas intimas-

Desci as escadas, encontrando Justin jogado no sofá trocando de canal. Entediado. Ele por fim, direcionou seu olhar para mim.

-Bom dia –ele disse por fim
-Bom –sorri- porque tem minhas malas de roupas lá em cima agora? –perguntei arqueando uma sobrancelha
-Você mora aqui agora. –disse dando de ombros
-moro aqui? –indaguei
-sim. Tem café na mesa, você devia comer –ele disse ainda deitado
-eu vou –disse balançando minha cabeça para frente e para traz, saindo da sala.
-ei –pude ouvir ele me chamar –meu beijo –completou quando apareci na porta.

Caminhei até ele que mantinha um sorriso no rosto, e selei nossos lábios em um beijo calmo e curto.

-depois vamos sair
-nós?
-sim –respondeu- te preparar para seu primeiro roubo.
-sei como agir –cruzei os braços –não preciso aprender nada.
-precisa –respondeu- agora vá comer, e se trocar. –disse passando a mão em minha coxa. Sorri.

Caminhei até a cozinha me servindo de apenas um pedaço de bolo e um copo de leite. Justin ainda estava jogado no sofá. E Bom ele estava surpreendente hoje. Não disse que você nunca pode saber que Justin vai acordar pela manhã.

Subi para o quarto novamente, ligando o chuveiro em uma água morna. Me enrolei na toalha e caminhei de volta ao quarto.

Abri minhas malas jogando tudo em cima da cama. Preciso arrumar isso no closet.  Em meio a tantas roupas, jogadas ali, escolhi um shorts verdinho e um top preto, com um salto baixo. 

[...]

Finalmente voltamos para casa. Passar o dia enfiada no galpão é entediante e cansativo. E o pior era ouvir Justin dizer que tinha muito que aprender. Isso é quase que me chamar de inútil.

Suspirei frustada, não queria falar com ele, não agora. Tava cansada de “vamos por parte” “você tem que fazer isso e a aquilo”, mas na verdade eu tinha mesmo que aprender.

Mas, meu orgulho de ‘mulher sabe tudo’ estava ferido.  Me jogando na cama, desejei que Justin não entrasse pedindo pra conversa. Não quero conversar, quero dormir.

Antes que eu pudesse fazer mais uma prece, ele entrou no quarto, retirando sua camisa e jogando no chão.

-Vamos conversar –ele disse sentando na beirada da cama.
-vou tomar banho agora- falei,cortando o que ele poderia começar.
-eu espero –ele disse se jogando na cama com os braços atrás da cabeça.

Durante o banho, não me preocupei se estava demorando, pra mim quanto mais enrolasse melhor. ‘coversar’ não gosto disso. Mas a curiosidade, me consome, mas o medo de um “ataque” também era presente.

Em meus pensamentos vieram a tona, o dia em que apanhei como uma cadela, na minha própria casa. Casa, que agora nem tinha mais.

-Agora você pode falar? –perguntou Justin assim que voltei ao quarto
-tá- respondi com receio.
Me sentei na beirada da cama e fitei meu dedos.
-Já pode começar –disse agora olhando pra ele.
-Eu só quero te pedir uma coisa
-pede
-larga aquilo –ele disse fazendo uns gestos com as mãos- fica comigo
-eu não posso –abaixei minha cabeça
-Porque você não pode?-perguntou se aproximando
-é algo meu –disse ainda com a cabeça abaixada
-Porque você não me fala?-perguntou ainda calmo
-Por que você não vai entender.
-eu juro que posso tentar –ele disse com um pequeno sorriso. –por favor.

Minha cabeça dava reviravoltas como meu estomago. E eu não sabia se devia, não sabia se era o momento certo. Minhas lagrimas desciam sem permissão, e eu tinha a tentativa invalida de secar todas elas.
Justin me olhava apreensivo, a espera de uma resposta. Mas eu não conseguia, eu não podia, eu não tinha coragem.

-eu tenho uma filha –disse com um pingo de coragem que me restava.


CONTINUA COM 7

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LoooL finalmente ela contou né? Mas agora o que resta saber é qual vai ser a reação do Justin? A fic ainda vai ter alguns capítulos. Não está tão no fim, mas está no fim. Boom... estou escrevendo uma nova fic, só tem dois capítulos pronto, mas tem. haha 
Vai ser diferente dessa, mas também vai ter sexo,drogas,morte e outras coisas. Eu não vou falar sobre a fic agr -não muito- mas quando eu tiver um sinopse descente pronta eu juro que posto pra vcs.
Mas também tem uma coisa ruim, talvez eu não poste mais no blog. Mas isso eu quero que vcs me digam. Me procurem no twitter (@magicbi3ber ou @yeepdrew) pra falarmos sobre isso. 
Então é isso. Beijão. Tchau!!

sábado, 13 de abril de 2013

G4l-Capitulo 17- Sair vivo dessa.


Se não lutarem por alguma coisa serão vencidas por qualquer coisa."

(Sucker Punch - Mundo Surreal)


Justin Mode On

É claro que aquela vadia não ia ficar de boa, mandei um de meus caras seguissem ela. Queria descobrir o que ela tramava.

Meu telefone tocava e era Wilson, o cara que mandei segui-la.

-Patrão?
-diga Wilson –disse ansioso por informações.
-a garota está numa enrascada, ela foi arrastada para um galpão –disse ele baixo
-Deve ser armação dela seu panaca –disse com ódio da burrice de Wilson
-Não é patrão –disse rápido- tenho certeza que ela estava sendo seguida não só por mim
-onde fica esse galpão? –perguntei pegando a chave do carro
-é o galpão de Poll.

Paralisei, temos duas opções. Ela estava dizendo a verdade ou mais uma furada.

Megan Mode On

-TUCK?- perguntei com a voz falha
- é o seu fim vadia –disse ele calmo – mas antes vou-te foder até não poder mais
-Eu posso morrer, mas você não vai tocar em mim –guspi palavras
-eu meto em você nem que seja com você morta cadela.
-você consegue ser ainda mais nojento-guspi mais uma vez palavras-sei que teu sonho é me foder todinha Tuck, e sei também que é você que está me mandando essas coisas.
-Que coisas vadia?
-Não finja –pedi- você é um péssimo ator.
-consegui enganar Justin por tanto tempo.
-Conseguiu enganar quem? –uma voz soou atrás de mim
-Justin? –indaguei
-Patrãozinho –disse Tuck sorridente

Meus olhos estavam arregalados e eu podia ver a raiva  nos olhos de Justin e o medo disfarçado por um sorriso no rosto te Tuck. Os olhos de Justin variavam entre mim e Tuck.

Em um rápido movimento Tuck me puxou pelos cabelos pra si apontando a arma para minha cabeça em seguida.

Se antes eu já estava com medo agora eu estava muito mais. Não estava preparada para isso e pude ver que Justin também não.

-Se tentar algo contra mim, eu atiro- informou Tuck.

Meus olhos encontraram com os de Justin, os meus suplicavam por ajudar. Podia sentir meus olhos se umedecerem e minha visão ficar um pouco embaraçada. Uma lagrima desceu por minha bochecha me entregando. Droga disse em um fino sussurro.

 -Solte ela, vamos resolver isso nós dois. –pediu Justin ainda com calma.
-Só solto ela com sua arma no chão.
-Não é corajoso o suficiente para me enfrentar sem ter uma vitima consigo? –dizia entre dentes
-Não sou burro como essa vadiazinha.
-Quem diria Tuck aquele que se dizia tão fiel –Justin brincou
-Pois é patrãozinho tava pensando em fazer teste  pra um filme de Hollywood –gargalhou Tuck
-se você sair vivo dessa –Justin deu de ombros- que eu duvide muito. –ele disse e então um barulho de tiro ecoou pelo local.

Fechei meus olhos se fecharam fortemente e pude sentir meu corpo junto a outro corpo ser levado ao chão.
Desesperada e sem coragem de abrir meus olhos senti o sangue escorrer por minha mão.
Coragem para abrir meus olhos? Eu não tinha. O desespero tomava conta de mim, mas eu não tinha força para abrir meus olhos.

Um par de mão geladas tocaram minha pele me fazendo arrepiar. Meu coração parecia que ia rasgar meu peito, e essas mesmas mãos me arrastaram para trás e quando finalmente abri meu olhos pude ver aquele imenso rastro de sangue, seguindo outro caminho.

Meu corpo foi largado bruscamente no chão e então outros passos vindo até mim.

-Megan?
-Justin? –perguntei
-é –respondeu ele se aproximando mais –você está bem?
-talvez –sussurei
-desculpa.
-Desculpa? –perguntei só para vê-lo terminar a frase
-ter desconfiado de você.
Apenas fiz uma maneiro com a cabeça e fechei meus olhos, desejando que aquilo não tivesse acontecido.
-onde está Tuck?
-vai ser comido por minhocas agora –sorriu travesso
-você matou uma pessoa –disse com um  raciocínio lento
-em meio a tantas outras.

[...]

-Toma –disse Justin me entregando uma caneca de chá
-Não preciso disso –retruquei – estou bem
-seu psicólogo não
-o que está insinuando?
-nada –deu de ombros –Tuck trabalhava para Poll
-eu sei –disse – Poll deve estar atrás de mim.
-Por quê?
-Se Tuck era o mensageiro de Poll, ele deve saber de nossa aproximação, e do plano de acabar com ele.
-Quer acabar com Poll?
-É tudo o que eu mais quero –disse firme.
-Podemos Fazer isso juntos. –sorri com o ato, selando nossos lábios.

CONTINUA COM 7
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aaaai negas da nega May
cade meus comentarios? cade vcs?
Mega beijo pra vcs sz
#partiu

segunda-feira, 1 de abril de 2013

G4L-Capitulo 16-Caçar quem está me caçando.


"Tudo ia bem comigo até você chegar!"

(Um Amor para Recordar)




 (Capitulo reescrito pela diva Sandrine Venas)

Peguei aquelas fotos jogadas sobre meu corpo e minha boca se abriu, fazendo meu coração disparar.
DEUS! o que é isso?

Eu não conseguia raciocinar, aquilo estava sendo algo realmente assustador. Estava me sentindo em pretty little liars, e NÃO , isso não é legal!

A mão dele estralou em meu rosto, aquilo ardia - toquei o lugar que ele bateu - fitando o Justin que estava enfurecido, eu podia sentir a raiva subindo sobre suas veias sobressaltadas, seus olhos estavam escuros e enfurecidos e o peso de sua mão em meu rosto. E o pior é que eu ainda me sentia culpada. Eu deveria ter ficado na espreita desde o momento em que senti algo de diferente ao meu redor.

Em questão de segundos as suas mãos grudaram em meu cabelo me arrastando pelo chão da sala. O choque de meu corpo nu com o piso gelado... eu me sentia tão exposta. Estava sendo maltratada pelo homem que me levou para cama na noite passada.

Abri minha boca para gritar por socorro quando outro tapa me fez fecha-la, depois mais outro e mais outro...

EU QUERO GRITAR!
EU QUERO FAZER ISSO PARAR...

- justin por favor ... - disse em um sussurro fraco.
Eu não sabia nada sobre as fotos e seus gritos me deixava mais confusa ainda. O que esta acontecendo comigo?

- Vadia! vadia! - ele gritou puxando seu cabelo pra cima - não acredito que você colocou alguém pra tirar fotos nossas. - ele andava de um lado pro outro- Aposto que ia mandar essas merdas pro Poll né? Então é você. Eu devia ter acreditado desde o primeiro momento.
- Para, para, para - eu gritei me saindo dele - Eu não sabia dessas fotos, eu não sabia de nada. Isso é alguma armação, ate por que tem alguém atrás de mim.
-Atrás de você? –gritou- Porfavor. Ta achando que é o que? a Beyonce? Porque pra ter fotinhos de tudo quanto é forma de você, acho que deve estar te confundindo com ela. Ou então você cometeu um assassinato? Oh meu Deus. Se enxerga garota.
-VOCÊ NÃO SABE NADA SOBRE MIM.
-Sei que vai levar a maior surra que já teve em toda sua vida. - meus cabelos foram puxados novamente me erguendo, ate ele- você vai ver o que acontecem quando me enganam - ele sussurrou, bem próximo ao meu ouvido deslisando sua boca pelo meu rosto, até chegar em minha boca, quando eu pensei que ele ia me beijar ele deu outro tapa no meu rosto.

DOENTE. ISSO É DOENTIO ...
Mais um chute em meu estomago, meu cérebro todo revirou. Doia doida muito, as lagrimas me dominavam ... Ele me bate de novo, eu fecho os olhos , sentindo a dor pulsar.

- por favor - eu pedia eu gritava e implorava, era tão bom gritar, eu quero que isso acabe, ele não ta maneirando. Sua mão atravessou a pele fria e machucada do meu corpo de novo, se ele não tivesse me segurando com tamanha força eu teria desmaiada no chão. Mais um , dois ... cinco , dez eu perde a conta, meu corpo todo estava pegando fogo

- Me mata logo - minha voz é um soluço embargado e sufocado.
- Cala a porra da boca - ele disse me puxando pros seus braços, sua respiração é irregular e áspera Ate eu sente algum gelado tocar minha nuca. Oh , não . uma arma?.- eu não consigo caralho, eu não consigo - As lagrimas caem com mais força pelo meu rosto, mais corpo grita em uma suplica... Eu não quero chorar. Eu não quero nada dele, eu quero que ele me solte Tento empurrar ele pra longe... lutar contra ele, buscando alguma força interna.

Me deixa - eu choramiguei - não me toque. -Com um pouco de resistência ele me solta , me fazendo cambalear.

Ainda temos coisas pra resolver - ele disse saindo pela porta, com um olhar indecifrável ...
Vingança? arrependimento por não ter me matado? pena?
Me joguei no chão da sala. e as lagrimas ainda desciam, porra de garoto fudido.
Eu não sei quem ta armando pra mim, mais eu vou descobrir.

Uma musica soava forte, eu queria de alguma forma que aquela droga parasse, eu quero dormir. Minha cabeça doi. ate que eu percebe que era meu telefone, levantei em um pulo, sentindo meu corpo todo reclamar. Olhei o visor: DESCONHECIDO. com um pouco de receio eu atende, mais suspirei aliviada, era só mais um pra essa noite. Caminhei ate a janela, pegando um lençol pelo caminho pra cobrir meu corpo, eu não suportava olha-lo.

O céu estava incrível, um dia lindo pra uma noite tão dolorosa. Eu desejei ir a praia, sente o vento nos meus cabelos, era sempre bom ir a praia. Lembro de quando íamos a praia no verão, toda a família.
Era divertido, queria algum dia repetir isso. Mas pera eu não tenho uma família.
Olhei de relance pro outro lado e percebe uma moto, com um cara estranho parado perto de uns arbustos.
Diga uma coisa eu sabia... estavam me perseguindo e estava mais que na hora de caçar quem estava me caçando.

Corri pro banho, sente a água queimar sobre meu corpo e minha pele agora sensível arder, arder muito... ignorei a dor saindo do banho e me vestindo. Tomei um remédio, sentindo a adrenalina pulsa dentro de mim.
É hora de um pouco de adrenalina.
esperei a moto sair ate ir correndo pegar minha moto, ligue a enbrenhagem com tamanha ansiedade, fazendo a moto pulsar e ir com velocidade.
Eu precisava ser discreta. Olhei pra esquerda e gemi. Ele percebeu que eu tava seguindo e acelerou, quebrando a direita, fdp, quebrei a trás dele ignorando o sinal vermelho, fazendo atrás de mim os outros carros buzinarem em reprovas-são que se foda, buzinas, cabelos ao vento, zoando do motor isso que eu tava precisando ... tava a alguns segundos nessa perseguição , quando eu percebe que ele tava me atraindo pra algum galpão droga.... a moto rugiu como uma pantera cansada quando rodopiei na frente dele fazendo parar, dando solavanca pra trás, pulei da moto, fazendo ele repetir o ato.

Quem é você e o que você quer? - gritei, fazendo ele rir , puxando uma arma da mão, filho da puta.
Meu coração pulou.
Você se acha fodinha né vadia? vou te foder toda, e te levar de premio pro meu patrão.

Tuck Mode On

-Está tudo certo ai?
-Tudo no controle patrão. –respondi firme –estou colado nos passos deles.
-Deu um jeito de ela receber as fotos?
-sim –respondi risonho –as fotos, e a boneca. Aposto que o coraçãozinho dela acelerou
-ainda não acredito que essa vadia está me traindo.
-Psé patrão. Mas os caras já estão novamente na cola dela.
-isso é bom –disse ele- vou testa-la.
-sempre bom testar a vadia.
-continue me informando das cargas do Bieber. Tchau
-Tchau.

CONTINUA COM 7

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primeiro de abril e adivinha? Justin postou o numero do TMZ e eu corri ligar. oaskoaksa but, não deu certo.
to rachando com I'm Justin Bieber aqui.
 oazsoaksoaksa
até mais gatonas
Follow Me @magicbi3ber e @yeepdrew
LEIA 

segunda-feira, 25 de março de 2013

G4l- Capitulo 15 – Pictures


"Viajei oceanos de tempo para encontrá-la."

(Dracula de Bram Stoker)


[...]

-Achei que não viria mais –disse me encarando da sua cadeira de seu escritório- Porque demorou
-A limpeza de minha casa demorou mais do que o devido –na verdade meus pensamentos atrapalharam um pouco.
-Você não tem empregada? –perguntou
-Não tenho dinheiro nem pra morar em um lugar melhor vou ter empregada Bieber?
-Achei que programas davam muito dinheiro.
-e dão.
-e onde você coloca ele?
-noite bonita né? –disse para mudar de assunto e fitando a janela.
-muito –disse sarcástico –você esta escondendo algo?
-deveria?
-acho que deveria saber mais sobre você.
-você acha?
-acho –respondeu me virando de frente para ele- mas agora eu acho que você deveria me beijar.
-Te beijar?
-É. Tipo assim

Assim que ele disse me aproximou mais dele e colocou nossos lábios. Nossos beijo era fogoso e aquilo com toda certeza nos levaria para outro lugar mas eu não estava com cabeça para aquilo.
A sensação de estar sendo seguida ainda permanecia em mim e eu me perguntava quando ela iri.
Separei meu lábios dos de Justin com cautela.

-Acho que poderíamos sair para jantar –sugeriu
-acho que ficaríamos bem aqui.- disse desviando de seus lábios
-Ah qual é. Posso pagar um restaurante super bacana para nós. Vamos?
-Eu não estou vestida para isso.
-Você pode ir na sua casa trocar de roupa e depois passo lá para te pegar.
-Justin.
-Vou tomar banho. –disse e saiu do escritório me deixando ali sozinha com essa sensação fdp
‘droga’ disse para mim mesmo enquanto caminhava para fora de casa.

[...]

Deixei a moto no estacionamento e caminhei para dentro do prédio. Uma sensação estranha percorria meu corpo, olhei para trás me certificando que ninguém me seguia e caminhei mais rápido quase correndo para dentro do prédio.

‘Relaxa’ disse para mim mesma

Entrei no prédio e ele estava completamente silencioso. Subi as escadas e abri a porta do meu apartamento congelando na hora.

Parecia que meu coração ia saltar pela boca, eu não sabia se chorava ou se saia correndo a procura de ajuda. Mas em que poderiam me ajudar?

Caminhei até a boneca sem cabeça no chão de meu quarto ainda tremula. O leve vento fazia a cortina balançar. Como que entraram ali?

Ajuntei a boneca que encontrava estava no chão e levei mais um susto ao ver que a mesma se encontrava sem um olho.

Me sentia naquele livro ‘anjos em demônios’ em que um cientista famoso tem sua cabeça girada em 90 graus e um olho arrancado com a marca ‘iluminatis’ no peito.

Primeiro sou perseguida, agora isso. O que esta acontecendo? Meus pensamentos foram até Amy. Será que ele sabe de alguma coisa?

Enquanto minha mente gritava por socorro caminhei até meu armário procurando algo para vestir.
Em meio de minhas roupas consegui achar algo que eu denominava como elegante e não piriguete.
Optei por uma saia coral e um top preto. Peguei uma bolsa e coloquei algumas joias que ainda tinha. Arrumei meu cabelo e me maquiei. Olhei no espelho e gostei do resultado.
Não me sinto uma vadia.

[...]

-Uau que gata –Justin disse me fazendo rir
-Obrigada –disse e sorri- não vai me chamar de vadia?
-acho que um jantar não é momento para isso certo?
-como quiser –disse dando de ombros e me sentando de frente a ele
- o que vai pedir?
-Para entrada vou querer Salada Waldorf e você?
-Vou seguir sua escolha esta noite. –riu
Depois de comermos a entrada, comemos nosso prato principal Rosbife com molho tártaro e para a sobremesa escolhi comer Brownie com calda de frutas vermelhas.
A noite foi tranquila ou melhor aquela parte.

[...]

-Obrigada –disse por fim assim que ele parou seu carro em frente ao prédio.
-De nada. –ele  disse desprendendo seu cinto.

Justin se inclinou no banco e puxou meu rosto com sua mão livre. Fitei seus olhos cor de meu e com a súbita aproximação nossa fechei os meus sentindo seu lábio entrar em contato com o meu.
Seus lábios macios tinha um efeito surpreendendo sobre mim. Quando eles entravam em contato com minha pele eu ficava sem o controle da situação. E podia cair canivetes que eu não ia me importar.
Puxei seus lábios para mim  enquanto ele apertava minha cintura
-vamos subir- susurrei

Um leve sorriso brotou em seus lábios e em seguida ele largou minha cintura e desceu do carro. Desci também e ele fechou seu carro e caminhou até mim apertando minha bunda. Dei uma risadinha fraca e selei nossos lábios em um beijo rápido.

Caminhamos para dentro do local e em poucos minutos adentramos meu apartamento. Bastou eu colocar o pé dentro do mesmo para Justin voltar atacar minha cintura.

Nosso beijo era fogoso e eu gostava assim, ele em seguida tirou sua caminha e não demorou muito para ele achar o zíper da minha saia e retira-la me deixando apenas de top e calcinha.

Justin caminhou me jogando no sofá e com os próprios pés retirou seus tênis em seguida retirando sua calça.
-esse pedaço de pano esta tampando minha visão. –ri com o que o mesmo disse
-tira –disse quase em um sussurro e me virei de costa para ele.
Sentei perfeitamente em seu membro  ouvindo Justin soltar um gemido e em seguida beijar meu ombro tocando o zíper de meu top.

-Melhor assim –ele disse levando suas mãos até meus seios e os apertando fazendo eu gemer baixinho.
Justin inverteu a posição me deixando por baixo dele. Envolvi meus braços em seu pescoço e juntando nossos lábios em um beijo urgente.

Justin foi distribuindo beijos por toda extensão de meu pescoço até chegar em meus seios. Ele por fim começou a mordisca-los me causando algo que eu não sei explicar. Com a outra mão ele massageava meu seio esquerdo. Ele por fim sugou meu outro seio e com sua mão livre massageou o outro.

Justin desceu seus dedos até minha entrada começando a me estimular. Mordi meu lábio tentando segurar meus gemidos e vendo um sorriso surgir nos lábios do Justin. Ele gostava daquilo e eu também gostava. Era bom de mais receber prazer daquela forma.

Não demorou muito para que meu liquido quente preenchesse os dedo do Justin. Ele retirou seus dedos de mim levando até minha boca para que eu sentisse meu próprio gosto.

-sou gostosa.
-e muito. –disse beijando meu pescoço- vadia

Inverti a posição depositando beijo por todo seu tórax. Desci minhas mãos até o elástico de sua cueca Box preta brincando com a mesma e em seguida me livrando dela. Ele gemeu ao sentir o contato de minha mão com seu membro. Comecei a estimula-lo enquanto ele gemia intensamente.

Justin me jogou no sofá e abriu minhas pernas segurando a base de seu penis e me invadido em seguida. Ele me olhou e em seguida começou a me entocar com mais intensidade.

Eu já não podia mais controlar meus gemidos. Enquanto puxava seus cabelos e arranha sua costa. Ele entrava e saia me deixando louca, e eu queria ele mais perto de mim. Como se fosse possível um contato mais intenso que aquele.

Inverti a posição sentando em seu membro rebolando no mesmo. Justin apertava minha cintura enquanto eu cavalgava violentamente em seu membro.

-Goza comigo –Justin disse e então eu aumentei meu ritmo. Minha vagina se contraiu e meu liquido se misturou com o dele.

Prazer.

[...]

Justin Mode On
Acordei de manhã com a claridade e com o desconforto do sofá. Levantei e me espreguicei olhei para aquele corpo nu ao meu lado e mordi meus lábios.  Caminhei até o banheiro e joguei uma água no rosto. Quando voltei para a sala vi um envelope jogado no chão da sala. Perto da porta.

Caminhei até o mesmo o ajuntei ele do chão. Abri o envelope dando de cara com fotos. Mas não eram apenas fotos. Eram fotos de todos os meus momentos com ela.
Fotos dela na minha casa, fotos da nossa transa de ontem, fotos do jantar.

-MAS QUE PORRA É ESSA- gritei jogando as fotos em cima da Megan

CONTINUA COM 8
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vou ser bem breve, pq eu escrevi coisas legais aqui e minha net não salvo.
Obg por comentarem e Cat Lovato F desculpa por não ter falado de vc, mas saiba que tbm amo vc. e Obg por estar aqui. 
Beijo galera